ALGUMAS INFORMAÇÕES
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- Em Araruama desde 2003, colaborou como redator nos jornais A VOZ DE ARARUAMA, VERDADE, JORNAL ROTA DO SOL e CONTEÚDO. Escreveu artigos para os jornais HORA CERTA, REVISTA REALCE e JORNAL DA CIDADE, e apresentou na Rádio Mar Aberto, o programa de entrevistas FRENTE A FRENTE. Atualmente escreve para o Carapeba e Correio da Cidadania
domingo, 22 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
PROJETO CRONICANDO
No 18 de agosto no Colégio Estadual Edmundo Silva estará realizando o projeto CRONICANDO.
O Projeto "Cronicando" faz parte de um projeto maior, que é o "Brincando com as palavras" que vem sendo desenvolvido pela Biblioteca Profª Nilta Machado Conte, pertencente ao Colégio Estadual Edmundo Silva e pretende, através de eventos, estimular o interesse dos alunos pela literatura e as artes em geral.
A participação efetiva dos alunos se dá por meio de atividades que vêm sendo realizadas, tais como concursos de poesias (já realizado no primeiro semestre, com grande sucesso), de crônicas (em andamento) e futuramente, de contos.
O projeto vem alcançando êxito, tendo em vista o interesse cada vez maior sentido na participação dos alunos que vêm procurando, com maior frequência, a biblioteca pelo gosto adquirido pela leitura.
18 de agosto de 2010 (quarta-feira)
PROJETO BRINCANDO COM AS PALAVRAS
PARTE II - CRONICANDO
14:00h - ABERTURA
- Homenagem ao centenário de Rachel de Queiroz: uma mulher à frente de seu tempo;
- Alusão a Jorge Amado: um ícone de brasilidade (aniversário de 10 anos de morte do escritor).
14:15h - A CRÔNICA BRASILEIRA E SEUS GRANDES NOMES
- Exposição de retratos a óleo dos cronistas homenageados;
14:30h - CARLOS NEY E "OS 100 CONTOS DE RÉIS"
14:50h - APRESENTAÇÃO DO CORAL DE ALUNOS DO COLÉGIO ESTADUAL EDMUNDO SILVA
15:20H - PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE
- Natalina faz leitura de crônica de sua autoria.
15:35h - CONCURSO DE CRÔNICAS
- Apresentação dos alunos com a leitura de suas crônicas.
16:20h - SELEÇÃO DAS CRÔNICAS
16:35H - PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE
- Apresentação de Marli com músicas ao teclado.
16:50h - ENTREGA DOS PRÊMIOS
17:10h - CHÁ LITERÁRIO
O evento contará com exposição de arte com telas de artistas plásticos da comunidade.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Jornal "O Carapeba"

Novo jornal em Araruama
A edição em papel estará nas bancas a partir de sábado, e o arquivo em .pdf pode
ser baixado no link:
http://www.ararutv.com.br/O_CARAPEBA_1.pdf
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Câmara Municipal de Araruama homenageia autor com Moção de Aplausos.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Preparativos
A partir de 2ª feira os organizadores estarão enviando 2 mil emails direcionados exclusivamente para Araruama, independentemente do trabalho de divulgação do site Divulgarte, nosso parceiro, que tem cadastrados em seu mailing mais de 10 mil endereços.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Apresentação do livro
Não sei por que os outros escrevem. Nem mesmo sei qual o gatilho que, num determinado instante, faz com que as palavras brotem e os textos comecem a ter sentido. Mas sei que é um processo estranho, que envolve mais de uma emoção, e que tem alguma parcela de sobrenatural, já que em muitas das vezes o resultado surpreende até a mim. Assim como também sei que faço pelo desejo de envolver as pessoas com o que escrevo, desperta-lhes o interesse, torná-las cúmplices. E quero acreditar que, apesar de conteúdo simples, meu livro fará bem às pessoas. Pessoas comuns, das que realmente gostam de ler, mas que não o fazem porque não lhes sobra tempo; ou porque a leitura é um hábito caro. E se elas forem comigo até ao final do livro, e no correr das páginas eu conseguir arrancar delas uma lágrima e um sorriso, terei alcançado meu objetivo. E poderei então dizer que valeu a pena.
CARLOS NEY
Apesar de conhecer bem o autor e muitos dos seus artigos e crônicas publicados em quase todos os jornais de Araruama, o livro OS 100 CONTOS DE RÉIS continua sendo uma surpresa para mim. Se eu pudesse defini-lo, diria que são cem livros em um, já que consegue ser engraçado e triste, leve e profundo, delicado e agressivo, poético e místico. E se tivesse de fazer uma pergunta crítica, ela seria, ao final de alguns desses contos: - Por que parou? Parou por quê?
FERNANDO CAMPOS, radialista, apresentador do programa diário ANTENA LIVRE ( Rádio Costa do Sol – AM560)
CARLOS NEY
Apesar de conhecer bem o autor e muitos dos seus artigos e crônicas publicados em quase todos os jornais de Araruama, o livro OS 100 CONTOS DE RÉIS continua sendo uma surpresa para mim. Se eu pudesse defini-lo, diria que são cem livros em um, já que consegue ser engraçado e triste, leve e profundo, delicado e agressivo, poético e místico. E se tivesse de fazer uma pergunta crítica, ela seria, ao final de alguns desses contos: - Por que parou? Parou por quê?
FERNANDO CAMPOS, radialista, apresentador do programa diário ANTENA LIVRE ( Rádio Costa do Sol – AM560)
sábado, 24 de abril de 2010
O Livro

Capa de CLOVIS BRASIL
clovisteatro@hotmail.com
Projeto Gráfico e Editoração Eletrônica
CARLOS HENRIQUE PIMENTEL
CHP Designer
http://projetolivropronto.blogspot.com/
Revisão
Livro 1 e 2 - ELIZABETH MEIRELLES
Livro 3 - MARA CRISTINA PINTO DE PAIVA
Livro 4 e 5 - DEJANIR CUNHA
terça-feira, 20 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
ARARU NEWS - CARLOS NEY VAI AO CIRCO PT.1
PROGRAMA ARARU NEWS COM A APRESENTAÇÃO DO JORNALISTA CARLOS NEY, NO CIRCO BABILONIA EM ARARUAMA - JANEIRO DE 2009
PROGRAMA ARARU NEWS COM A APRESENTAÇÃO DO JORNALISTA CARLOS NEY.
Fórum de Saúde
PROGRAMA ARARU NEWS COM A APRESENTAÇÃO DO JORNALISTA CARLOS NEY.
Fórum de Saúde
terça-feira, 30 de março de 2010
A CIDADE DAS MULHERES DESPERDIÇADAS
OS 100 CONTOS DE RÉIS
Qual de nós, como Jeremias, jamais “desperdiçou” uma mulher? Na ânsia de produzir descomprometidos instantes, nesses encontros e desencontros da vida, quantos de nós, deslumbrados com as quantidades dos números, não deixamos passar despercebido algum maravilhoso momento? Faz parte da essência masculina, desde que o homo tornou-se erectus, servindo isso de explicação para o fato de que cada um de nós, não importa quando ou por qual motivo, já deixou escapar por entre os dedos desatentos uma grande mulher. Uns, mais sortudos, tiveram uma segunda chance. Outros, na grande maioria, sequer perceberam a perda, ocupados que estavam em garimpar novas pepitas, acabando sozinhos; mesmo que acompanhados. Fazer o quê? Com o passar dos anos, um pouco mais sábios, recorremos à máquina do tempo. Pelo milagre da memória, nos vemos transportados até a Cidade das Mulheres Desperdiçadas. E lá estão elas, lindas como as vimos no momento em que fomos tocados pelos frágeis dedos da sorte, sem que sequer o tenhamos notado. Com a nova sabedoria do hoje, percebemos imediatamente o exato instante em que tomamos a decisão errada. E a dor de sabê-lo é o maior dos castigos. Toda uma imensidão de pequenos e maravilhosos detalhes, agora nos salta aos olhos, naturalmente. A voz, que é pura música, e o suave perfume, para sempre guardado em algum cantinho escuro de nossa memória. Como, em nome de todos os santos, pudemos deixar de perceber algo tão óbvio? Na Cidade das Mulheres Desperdiçadas, moram todas elas. Nos olhos, trazem o carinho que desprezamos. A um aceno nosso, elas vêm, gentis. Mas, como castigo aos injustos, nós podemos vê-las, hoje, lindas e intocadas, da mesma forma que naqueles dias, tantos anos atrás. Por isso as desejamos tanto e tanto.
Elas, no entanto, ao verem em nossos rostos riscadas as marcas do tempo, nos dão um último e breve sorriso, virando-nos as costas para sempre.
Nota do Autor – É feita referência a uma peça publicitária na qual “Jeremias” retorna à “Cidade das Mulheres Desperdiçadas”.
Qual de nós, como Jeremias, jamais “desperdiçou” uma mulher? Na ânsia de produzir descomprometidos instantes, nesses encontros e desencontros da vida, quantos de nós, deslumbrados com as quantidades dos números, não deixamos passar despercebido algum maravilhoso momento? Faz parte da essência masculina, desde que o homo tornou-se erectus, servindo isso de explicação para o fato de que cada um de nós, não importa quando ou por qual motivo, já deixou escapar por entre os dedos desatentos uma grande mulher. Uns, mais sortudos, tiveram uma segunda chance. Outros, na grande maioria, sequer perceberam a perda, ocupados que estavam em garimpar novas pepitas, acabando sozinhos; mesmo que acompanhados. Fazer o quê? Com o passar dos anos, um pouco mais sábios, recorremos à máquina do tempo. Pelo milagre da memória, nos vemos transportados até a Cidade das Mulheres Desperdiçadas. E lá estão elas, lindas como as vimos no momento em que fomos tocados pelos frágeis dedos da sorte, sem que sequer o tenhamos notado. Com a nova sabedoria do hoje, percebemos imediatamente o exato instante em que tomamos a decisão errada. E a dor de sabê-lo é o maior dos castigos. Toda uma imensidão de pequenos e maravilhosos detalhes, agora nos salta aos olhos, naturalmente. A voz, que é pura música, e o suave perfume, para sempre guardado em algum cantinho escuro de nossa memória. Como, em nome de todos os santos, pudemos deixar de perceber algo tão óbvio? Na Cidade das Mulheres Desperdiçadas, moram todas elas. Nos olhos, trazem o carinho que desprezamos. A um aceno nosso, elas vêm, gentis. Mas, como castigo aos injustos, nós podemos vê-las, hoje, lindas e intocadas, da mesma forma que naqueles dias, tantos anos atrás. Por isso as desejamos tanto e tanto.
Elas, no entanto, ao verem em nossos rostos riscadas as marcas do tempo, nos dão um último e breve sorriso, virando-nos as costas para sempre.
Nota do Autor – É feita referência a uma peça publicitária na qual “Jeremias” retorna à “Cidade das Mulheres Desperdiçadas”.
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